Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019

“LIMPEZA” DE MATA CAUSA… INCÊNDIO

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MAIS UM FOGO A JUNTAR AO PESADELO QUE TEM VINDO A SER O INÍCIO DE OUTONO.

No dia 2 de outubro de 2018, por volta do fim de tarde, deflagrou um incêndio de proporções consideráveis na freguesia de Vilarinho, pertencente ao concelho de Santo Tirso, onde eu vivo, que deslocou cerca de 4 dezenas de bombeiros e 1 helicóptero para o local. O fogo deu-se como extinto na madrugada do dia 3 de outubro e não houve registo de feridos.

Segundo alguns habitantes que deram conta do incêndio e que terão alertado os bombeiros, tudo poderia ter acontecido de uma forma menos preocupante caso o incêndio tivesse sido extinto logo na 1ª vez em que o helicóptero se dirigiu para o seu foco. O fogo, ao início da tarde, era de dimensões reduzidas e, aparentemente, foi imediatamente extinto, contudo por volta das 18h tomou proporções maiores e, devido a fatores como o vento e também as altas temperaturas que se fizeram sentir, alastrou-se muito rapidamente, o que resultou numa nova investida dos bombeiros para apagar, um incêndio que, agora, possuía várias frentes

Foram registados prejuízos numa plantação completa com o fim de produção de madeira que ficou destruída, em alguns armazéns que a armazenavam e os bombeiros tiveram, inclusivamente, que cortar parte da via intermunicipal que liga Santo Tirso ao concelho de Vizela e evacuar algumas casas. Alegadamente, o fogo ter-se-á iniciado numa das pequenas fogueiras (as chamadas queimadas) criadas com o objetivo de limpar as matas da “cavacaria” local de vegetação, que além de facilmente inflamável, dificulta a mobilidade das máquinas. Embora não se tenham verificado feridos, é mais um incêndio que se junta ao elevado registo deste ano, especialmente da época: final de verão – início de outono, registo esse que não deixa esquecer o quão a natureza tem sido castigada pelos fogos e, infelizmente, a maioria postos. Reportagem de: João Ferreira 10ºB Nº10. Escola Secundária Dom Afonso Henriques Vila das Aves

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Portugal: Um país em chamas

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Os incêndios são um problema que tende a tornar-se cada vez mais atual sendo, muitas vezes, alvo de notícias na imprensa. Estudos recentes indicam que, em média, no nosso país, há mais 35% de ocorrências de incêndios do que em Espanha e arde mais 20% de superfície, apesar da área agroflorestal ser 80% menor.

A simples existência de uma fonte de calor não é suficiente para que ocorra a propagação de um incêndio. Para além deste fator, é também necessário que se formem condições atmosféricas como um vento intenso, baixa humidade relativa no ar e temperaturas elevadas. Embora, à primeira vista, pareça ser difícil todas estas condições estarem reunidas em simultâneo, este não é o caso, pelo que não devemos baixar a guarda. Porquê a floresta? A floresta tem um papel fundamental no ambiente, como a renovação do ar, a manutenção dos solos e da biodiversidade, a regulação do clima e a retenção da água é também “habitat” de muitas espécies animais e vegetais. Ultimamente, tem sido também relacionada com atividades recreativas e o turismo de natureza. Tem um grande peso na nossa economia, quer através da relevância dos nossos produtos florestais quer através do emprego criado Apesar de estes factos serem do domínio comum, Portugal não tem uma estrutura profissional especializada para a prevenção e extinção nem programas de prevenção de comportamentos de risco, como alertou a organização ambientalista WWF (World Wildlife Fund). Mas, afinal, como é que eu posso ajudar a diminuir a quantidade de incêndios? Visto que “56% dos fogos portugueses têm origem em comportamentos negligentes”, todos nós podemos contribuir para a redução deste número, com ações simples, no entanto, produtivas como: não fazer churrascos em lugares potencialmente perigosos, não depositar brasas na proximidade de algo inflamável, não realizar queimadas sobretudo fora de época, não fumar ou atirar a ponta do cigarro para o chão em zonas densamente arborizadas mas caso o faça e atire a “beata” para o chão verifique que o cigarro está bem apagado e faça uma pequena cova em terreno limpo e enterre-o. Concluindo, a essência do poder para mudar o mundo, para o bem ou para o mal, encontra-se nos pequenos pormenores do nosso quotidiano. Assim, devemos pensar duas vezes antes de "magoarmos" a Natureza pois, como mencionou o filósofo Jiddu Krishnamurti, “nós somos o ambiente e o ambiente somos nós”. Alexandre Costa Martins 11ºB Nº1 Escola Secundária Dom Afonso Henriques Vila das Aves

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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018

A viver o Natal no JI das Fontaínhas

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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

Eco Árvores de Natal na EB de Bom Nome

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2018

Parte do muito trabalho que se faz em Bom Nome no clube Eco Escolas

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No dia da Floresta autóctone, foi com enorme entusiasmo que os alunos do 2º C participaram na plantação das espécies arbóreas recebidas na sua escola.

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018

Reciclar para brilhar! Construindo estrelas na ESDAH!

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018

Floresta autóctone na Esc Sec. D. Afonso Henriques- Vila das Aves

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JI e a Eco Escolas

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A floresta autóctone no JI das Fontaínhas

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Atividade Fapas no Jardim de Infância das Fontaínhas no âmbito do Eco Escolas

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2018

A horta depois da Páscoa

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Terça-feira, 20 de Março de 2018

Horta Biológica na ESDAH

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Sexta-feira, 2 de Março de 2018

às voltas pela horta da ESDAH!

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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017

Papachicletes

Existem na Cidade Berço novas estruturas que visam reduzir a grande quantidade de restos de pastilhas elásticas que os cidadãos inconscientemente atiram para o chão, os Papachicletes. Esta estrutura contribui para um impacto ecológico mais positivo e para uma maior sensibilização dos cidadãos no que se refere ao ambiente. O Papachicletes, dá uma nova vida às pastilhas elásticas criando plástico. Esta estrutura foi colocada, em Guimarães, pela primeira vez a 4 de dezembro de 2016 no Largo do Toural, tendo sido registados resultados bastante satisfatórios, podendo, já desta forma serem encontradas nove estruturas espalhadas por toda a cidade. No primeiro mês foram recolhidas cerca de novecentas pastilhas elásticas.

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Moradias em Vila das Aves em - risco de derrocada!

Atualmente encontramos vários locais degradados devido a ocorrência de catástrofes naturais, podemos observar isso perto da estação ferroviária da freguesia de Vila das Aves onde moradias se encontram em risco de derrocadas, que são pequenas fraturas nos solos que acontecem devido a fenómenos de origem geológica e climatológica mas que podem também acontecer devido a erros da atividade humana.

Após uma extensa pesquisa sobre as causas e consequências desta situação verifiquei que caso haja derrocada das moradias haverão graves problemas para a população pois podemos ter consequências a nível social ( mortes, desalojamentos),a nível económico( destruição de infraestruturas de transporte, destruição de recursos naturais, insuficiência económica) e a nível ambiental ( poluição, alteração física das paisagens).

As condições climatéricas, construções humanas, tipos de solo, relevo acidentado, regas descontrolada e rutura em canalizações são alguns dos fenómenos que levam ao acontecimento de derrocadas.

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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

Portugal em submersão

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Do dia 13 para 14 de Fevereiro de 2016 foram afetadas vários regiões do país como consequência da abundante pluviosidade. Os habitantes portugueses foram alertados por parte da Proteção Civil, após a sua comunicação com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a ocorrência de intensa precipitação e agitação marítima na costa ocidental, durante o dia de sexta-feira e sábado, e ventos fortes com a possibilidade de atingir os 70 quilómetros por hora ao longo da madrugada de domingo. Alertou-se ainda para zonas de declive acentuado um possível deslizamento por motivos de saturação do solo. Dá-se maior destaque, pelo agravamento da subida dos caudais dos rios, as cidades de Braga, Porto, Coimbra e Viana do Castelo. Foi necessário recorrer á interdição de auto-estradas, uma vez que se encontravam submersas dificultando a circulação nestas e aumentando o grau de ocorrência de acidentes. O mesmo se sucedeu nos parques naturais que sofreram um aumento do escoamento superficial e da carga sólida transportada (destruição do coberto vegetal). A Câmara de Vila Nova de Gaia acautelou para a possibilidade da subida das águas do Douro inundando as zonas historicamente vulneráveis como as bacias dos rios Minho, Ave e Mondego. Tendo em conta os danos causados por estes acontecimentos o Ministério do Ambiente pretende investir 20 milhões de euros em equipamentos para regular os caudais, simular a sua evolução a fim de moderar as cheias e as suas eventuais consequências

Bibliografia http://www.jornaldoave.pt/index.php/edicao-papel/436-edicao-42 http://www.jn.pt/pesquisa/default.aspx?Pesquisa=cheias http://www.nationalgeographic.pt/index.php/artigos-arquivados/arquivo/92-176/561-contra-a-mar%C3%A9 http://www.dn.pt/sociedade/interior/protecao-civil-alerta-para-possibilidade-de-cheias-e-inundacoes-rapidas-5024888.html https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/34268/1/1263.pdf

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1024222620975363&set=pb.100001629050747.-2207520000.1456742980.&type=3&theater

Jéssica Santos 12 A AEDAH

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Domingo, 28 de Fevereiro de 2016

Figos e vespas, juntos na sobrevivência Fruto e inseto dependem um do outro há 100 milhões de anos

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Figos e vespas, juntos na sobrevivência Fruto e inseto dependem um do outro há 100 milhões de anos Lembra-se daquele último figo delicioso que saboreou? Pois bem, debaixo da doçura desse e muitos outros figos há um ciclo de vida algo temível para quem aprecia estes frutos. Uma pista? Envolve vespas. Muitas vespas! Este conhecido fruto, que na verdade é um pseudofruto (não se forma a partir do ovário, mas de diferentes partes de uma ou mais flores), é bastante consumido, no entanto, o que muita gente não sabe, é que para ficarem com aquela cor tão viva e sabor inigualável passam por um processo de polinização com vespas. Sendo que estas acabam por ficar dentro do pseudofruto. Sim! Existem vespas mortas que ficam dentro dos figos durante a polinização! Figos comestíveis têm pelo menos uma vespa morta dentro deles. Porém, não é possível ver o corpo do inseto inteiro dentro do fruto porque, quando ele morre, uma enzima especial transforma a carcaça em proteína. Por outras palavras, o figo “come” a vespa e transforma-a numa parte de si. Inclusive, alguns agricultores compram sacos do inseto para controlar a quantidade de insetos que cada planta “come”. A relação figo-vespa apenas existe porque ambos não são bons reprodutores. Como já foi referido antes, o figo é um pseudofruto formado por inflorescência, ou seja, é uma flor invertida. Por esta mesma razão, os insetos polinizadores não conseguem alcançar o pólen. Sem os polinizadores seria impossível a polinização e, como tal, a figueira estaria incapacitada de dar frutos ou sementes. No entanto, e felizmente, existem as vespas. Sem este processo de polinização, tanto as figueiras como as vespas, não se poderiam reproduzir. Mas afinal o que é isso de polinização? De um modo geral, a polinização das flores é consequência da busca de alimento pelos animais. Neste caso, a relação figo-vespa é algo mais complexa. Sendo que, o figo é o único substrato em que as vespas põe os seus ovos. Uma vez dentro do figo, os descendentes da vespa “fundadora” colocam o ferrão debaixo do estilete para depositar o ovo. Enquanto isto, a “fundadora” espalha o pólen que trouxe do figo onde nasceu, fecundando as flores femininas e garantindo a produção de frutos e sementes e, consequentemente, a sobrevivência das figueiras. Tendo terminado a polinização, o figo começa a amadurecer e a mudar de cor. Uma vez alcançada a maturidade, as vespas fêmeas deixam o fruto do figo no qual elas se criaram, e saem à procura de figueiras para polinizar. Devido à sua curta expetativa de vida e a longa jornada para encontrar uma árvore, apenas algumas vespas conseguem polinizar uma figueira. As fêmeas reconhecem uma figueira pronta para a polinização pelo sinal químico que as árvores libertam. Para alcançar a flor, a vespa precisa de entrar pelo poro do fruto e alcançar a sua cavidade. Estas vespas são chamadas de “vespas do figo” por serem as únicas capazes de polinizarem o fruto. São da família dos agaonídeos. Para terminar, não se deixe afetar caso tenha feito esta pequena descoberta. Apesar de puder considerar esta relação de simbiose algo repugnante e talvez soturna, lembre-se que ela é necessária para a sobrevivência de ambas as espécies e para que este ciclo da cadeia alimentar não termine.

Susana Silva 12ºA AEDAH Bibliografia http://cmq.esalq.usp.br/wiki/lib/exe/fetch.php?media=biometria:r-tutor:figueiredo_al1995.pdf [consultado em 23-02-2016] http://observador.pt/2015/04/09/segredo-os-figos-escondem/ [consultado em 23-02-2016] http://www.ehow.com.br/polinizacao-figueiras-sobre_22879/ [consultado em 23-02-2016]

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Sábado, 27 de Fevereiro de 2016

Podemos minimizar o risco de cheias? Amieiro Galego, no Rio Ave, diz-nos que é possível!

A limpeza do rio Ave na zona de Vila das Aves, mais concretamente no troço que vou abordar (entre o Amieiro Galego e a Ponte da Pinguela) é algo que não compete à Junta de Freguesia, pois segundo me informei o rio Ave neste local é explorado por empresas e daí não se poder mexer. Contudo neste último Verão, a limpeza que ocorreu foi feita pelo Senhor Abreu, empresário responsável pela exploração da barragem/mini-hídrica que aparece nas fotografias subsequentes. As areias que ao longo do tempo vinham a ser depositadas junto da barragem vieram a formar uma camada que estava a um metro da superfície, algo que prejudicava em grande escala o funcionamento da barragem e consequentemente, provocando prejuízo a quem a explora. Esta acumulação de areias também contribuía para as grandes cheias que havia durante o inverno, nomeadamente as de 2013. Tendo em conta a pluviosidade registada nesse ano (2013) com a do ano atual (2016), verificou-se que apesar da deste ano ( dia 13 de fevereiro de 2016), ter sido muito mais intensa, do que a do dia 19 de janeiro de 2013, as consequências das mesmas foram bastante menores, sobretudo nos danos causados nas margens! Isto só vem realçar que os riscos de cheias podem ser minimizados, se forem tomadas as devidas precauções. Claro que se trata do estudo de um troço pequeno, de um rio que por si também não é muito grande! Mas por vezes devemos pegar em pequenos casos de sucesso e extrapolá-los, para podermos evitar catástrofes de maiores dimensões. Há medidas que permitem reduzir o risco de cheia e prevenir os seus efeitos, tais como: manter limpos e desobstruídos os leitos dos leitos dos rios e fazer o desassoreamento;reflorestar áreas onde há maior risco de arrastamento de sedimentos;fazer uma boa gestão das bacias hidrográficas;implementar sistemas de vigilância, que permitam avisar atempadamente as populações de forma a diminuir os riscos de inundações;construir barragens para regularizar os caudais dos rios;

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Figura 1 (imagem aérea do Google Maps do troço em estudo)

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Amieiro Galego em pleno Verão, zona mini-hídrica, antes da limpeza. (Figura 2)

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~ Foto retirada do mesmo local que a figura 2, mas após limpeza. (figura 3)

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Rio Ave, Parque Amieiro Galego na Primavera zona mini-hídrica, durante a Primavera . (figura 4)

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Nas cheias de Fevereiro de 2016 zona mini-hídrica (figura 5)

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O mesmo local da figura 5, mas desta feita no Verão. (figura 6)

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Cheias de 2016 (figura 7)

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Cheias de 2013 (Figura 8)

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Cheias de 2016 (figura 9)

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O mesmo local da figura 9 antes da colocação do parque de merendas e durante o verão. (figura 10)

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O local mostrado na figura 10, mas nas cheias de 2016 (figura 11)

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Parque de Merendas do Amieiro Galego no Outono. (figura 12)

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O parque da figura 12, fotografado em Fevereiro de 2013. (figura 13)

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Ponte Da Pinguela no Verão. (figura 14) A Ponte da Pinguela de Romão, construída sobre o rio Ave, ligava as freguesias de Bairro (Vila Nova de Famalicão) e Aves (Santo Tirso). A sua orientação era grosso modo poente-nascente. A memória da sua construção perde-se no tempo, vindo referenciada em documentos do século XVIII, como tendo sido inicialmente de madeira, aliás, como o próprio nome "Pinguela" o indica. Apresentava três vãos que iam diminuindo de nascente para poente. O vão maior, a nascente, correspondia à vazão do rio em época estival. Entre o primeiro e o segundo vãos e entre este e o terceiro existem, do lado de montante, dois talha-mares constituídos por prismas triangulares, assentes em rocha viva. O tabuleiro era em betão armado. Foi destruída e substituída, em 1995, por uma nova ponte, em betão armado, da responsabilidade da Junta Autónoma de Estradas.

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Ponte da Pinguela, a mesma da foto da figura 14, mas após a limpeza do rio. Apesar da água próxima do tabuleiro, não foi necessário fechar a passagem da ponte (figura 15)

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Outra perspetiva da foto anterior. Figura16

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Agradecimentos Para a realiação deste trabalho, contei com a preciosa colaboração de dois ilustres avenses que me autorizaram a usar as fotos por eles tiradas durante as cheias de 2013 e de 2016, pelo facto quero aqui deixar-lhes o meu agradecimento. Rafael Almeida, Fevereiro de 2013 Bibliografia https://i.ytimg.com/vi/m41ZBcoavLg/maxresdefault.jpg https://i.ytimg.com/vi/m41ZBcoavLg/maxresdefault.jpg https://avesitar.files.wordpress.com/2013/11/jhbs.jpg https://www.google.pt/maps/@41.3733427,-8.4145299,252m/data=!3m1!1e3?hl=pt-PT http://www.jf-viladasaves.pt/ http://famalicaoid.inwebonline.net/ficha.aspx?t=i&id=2240

publicado por aedah_eco_escolas às 16:05

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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

A Geologia do Vinho

“ O vinho não tem geologia, mas não existe vinho se não houver rochas, porque sem rochas não há solo, portanto sem rochas não há vinho.” Galopim de Carvalho O património geológico compreende as ocorrências naturais de elementos da geodiversidade – geossítios - que por se tratarem de locais com minerais, rochas, fósseis, solo ou geoformas próprios nos permitem conhecer a história geomorfológica e geológica do nosso planeta. Por outro lado, os geossítios têm também valor turístico e social, dadas as vantagens que advêm do seu estudo e conhecimento, neste caso em particular na produção vinícola. Com o auxílio das novas tecnologias é agora possível avaliar mais detalhadamente as condições e características do solo, e, deste modo, rentabilizar a gestão da vinha. É sabida a influência do clima no potencial vitícola das regiões em aspetos como a insolação, a temperatura, a precipitação, entre outros. No entanto, ainda não é unânime a preponderância do solo na qualidade do vinho. Sinteticamente, entende-se por solo o resultado da interação do clima e dos seres vivos, em determinado tipo de rocha e espaço de tempo, e nesta perspetiva, fica implícita a interferência indireta do solo. É possível dizer que em geral o solo atua como regulador do clima através de propriedades como a granulometria e a capacidade de retenção de água; porosidade e espessura associado à capacidade de evaporação/extração de água, por exemplo. Apesar de se poder considerar um conjunto ideal de propriedades do solo quando relacionadas com um determinado clima, não é possível generalizar e considerar um tipo de solo o adequado à produção de vinho, ainda assim, a capacidade do solo para drenar teria que ser aplicável a todos os climas. As principais propriedades físicas do solo é que regulam o volume deste que pode ser explorado pelas raízes, sendo que está relacionado com a estrutura desse mesmo solo, afetando direta ou indiretamente aspetos físicos, químicos ou biológicos. Destes, destacam-se entre outros, a água disponível e a aeração, determinantes na sustentabilidade dos solos para vitivinicultura e no desenvolvimento da videira. Mas quais são, afinal, as consequências práticas do solo no vinho? O solo pode atribuir ao vinho uma característica particular: mineralidade, que não é um sabor nem um aroma, mas uma sensação mais próxima da frescura ou acidez, apesar de não ser facilmente identificável. Esta é uma característica típica dos solos de calcário, xisto e granito, e deles podem sair uvas com carácter mineral conferindo ao vinho um cariz peculiar. É de assinalar que vinhos industriais estão, certamente menos propensos a ter esta mineralidade no seu leque de qualidades. A vitivinicultura em Portugal Apesar de Portugal ser um país geograficamente pequeno, subsiste uma grande variedade litológica e climática, culminando em regiões vinícolas de características distintas: o vinho verde do Minho, do Dão, Portalegre (entre outros) assentes em granito; os vinhos da Bairrada e o Moscatel de Setúbal plantados em terrenos de areia; o vinho de Carcavelos e Estremoz implantados em calcário; o vinho da Madeira e do Pico (Açores) com raízes em basalto; e o típico vinho do Porto cuja raiz está plantada no xisto. Dada a concorrência e competitividade crescente neste mercado, surge a necessidade de aliar à qualidade do vinho um carácter distintivo e original e assim sendo, é do interesse dos vitivinicultores conhecer a terra que cultivam, para que a possam potenciar apesar de hoje em dia valer mais o laboratório que a natureza, já que o enólogo transforma e dá ao vinho a cor e o sabor que ele quiser. Referências bibliográficas https://issuu.com/associacaoportuguesageologos/docs/apg_ageologianarota_2014_programare https://www.google.pt/search?q=vinho+e+geologia&biw=1280&bih=699&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjM4vDa54vLAhXJbRQKHTz_D4MQ_AUIBigB#tbm=isch&q=vinho&imgrc=_ http://www.sabado.pt/gps/artes_plasticas/detalhe/galopim_de_carvalho_na_galeria_tintos_e_tintas.html http://www.tintosetantos.com/

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